Mostrar mensagens com a etiqueta borges. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta borges. Mostrar todas as mensagens

quinta-feira, 8 de março de 2012

Era uma Vez...


















Era uma vez quando o Chaves jogava com o Sporting na "Primeira"...

Era uma vez quando as equipas eram realmente portuguesas...

Era uma vez quando não havia publicidade nas nossas camisolas...

Era uma vez quando os estádios se enchiam ao Domingo à tarde...

Era uma vez quando havia amor à camisola...

Era uma vez quando eu tinha a minha "cadeira de sonho" a ver o emblema da Ponte Romana a jogar com o do Leão...

Era uma vez quando jogavam onze contra onze e no final ganhava o futebol...

Era uma vez quando não sabíamos o que eram SAD's nem VMOC's....

Era uma vez quando os Capitães eram adeptos e símbolos dos seus clubes...

Era uma vez António Borges e Manuel Fernandes.....

Era uma vez....

(Foto "desviada" no Grupo do Facebook "Aconteça o que acontecer, sou do Chaves (GDC) até morrer!!!")

sábado, 28 de janeiro de 2012

O Craque que veio do frio.

 Imagino que terá chegado ao aeroporto de Pedras Rubras sem qualquer "circo" mediático à sua volta. À sua espera estaria apenas um dirigente do clube, ou mesmo algum sócio com disponibilidade nesse dia, e cujo amor ao clube o terá levado a ir no seu próprio carro ao Porto, para trazer "o búlgaro" na então longuíssima viagem até Chaves.
A missão que lhe estava reservada não era fácil. Para a época 86/87, o plantel do Desportivo mantinha-se praticamente na mesma, com uma importante excepção, saia para o SC Braga o titularíssimo António Borges (esse mesmo! o do melhor conjunto cabelo/bigode de sempre do futebol português!), nascido em Chaves e Capitão de Equipa. A este jogador pedia-se que o substitui-se.
Esse jogador, que chegou nesse dia de verão de 1986, tinha o estranho nome de Radoslav Metodieve Zdravkov, para sempre Radi, o "7" búlgaro do Chaves.
Para um flaviense como eu, é impossível falar de Radi sem "aquele" brilho nos olhos com as recordações daquelas três épocas do búlgaro com o emblema com o castelo e as duas chaves cruzadas sobre a ponte romana ao peito e que o transformaram num dos melhores de sempre a vestir a camisola do clube (o melhor, digo eu!).